projetos URBANOS

Corredor Verde da 23 de Maio

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Maior Corredor
Verde do Mundo

O Movimento 90º cobriu com verde o cinza de uma das mais importantes e movimentadas avenidas de São Paulo. Em quase seis quilômetros de extensão, são aproximadamente 11 mil m2 de novos jardins verticais para a cidade com milhares de mudas plantadas ao longo da Avenida 23 de maio, trazendo benefícios para as mais de 1 milhão de pessoas que passam pela região diariamente.

 
 
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O Projeto

11.300 m² de novas áreas verdes para a cidade

Reciclagem de 163.7 toneladas de lixo

Captura de 66,8 toneladas de poluentes/ano

Plantio de mais de 250 mil mudas nativas

 
 
 

projetos URBANOS

Corredor Verde do Minhocão

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Primeiro Corredor
Verde do Mundo

A região do Minhocão possui mais de 100 empenas cegas que poderiam abrigar 58.000 m² de área verde. Com esse número em mente, o Movimento90º vem trabalhando desde 2013 para implementar o Corredor Verde do Minhocão. 

Formado por uma sequencia de parques verticais, o Corredor Verde do Minhocão é o primeiro projeto desse tipo no mundo. Já foram construídos cerca de 5.000 m² de jardins verticais, que trouxeram benefícios ambientais na qualidade do ar, redução da poluição sonora e atenuando ilhas de calor, com impactos positivos na qualidade de vida da região.

Buscando democratizar a arte contemporânea no contexto urbano, as composições de todos os parques verticais são projetadas por artistas nacionais e internacionais. 

 
 
 
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PAULO MONTEIRO | DEZEMBRO 2016

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edifício bonfim

Para a composição do jardim vertical instalado no Edifício Bonfim, Paulo Monteiro brinca com as margens da construção, ultrapassando qualquer escala pictórica habitual da sua produção. Através das espécies vegetais escolhidas, ele criou diversas camadas, cores e texturas que remetem a rastros de tinta que escorrem organicamente, como se a edificação funcionasse como uma imensa tela inserida dentro da paisagem urbana.

 

paulo monteiro

O artista cria nos quadros profundidades ilusórias, com grande liberdade formal, unindo elementos de densidades diversas em telas estruturadas por excesso de camadas pictóricas. Suas obras permeiam diferentes linguagens e desdobramentos, sendo que a relação de Monteiro com a escala é livre. 

 
 
 
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Christopher Page | OUTUBRO 2016

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EDIFÍCIO MINERVA 

Para a composição do Ed.Minerva, o artista Cristopher Page usou o mesmo princípio aplicado na sua pintura: a sensibilidade à arquitetura. O jardim foi pensado não para esconder, mas para enfatizar a arquitetura da edificação onde está inserido. A ideia central em sua concepção foi projetar um jardim que não fingisse ser naturalista, mas que articulasse sua composição para inseri-la em um contexto da geometria urbana.
 

Christopher page

O inglês Christopher Page explora a abstração e a representação, combinando estratégias de composição rígida com técnicas de pintura ilusionista. Para pensar nas teorias da visão contemporâneas, ao lado dos fluxos de corpos e capitais, seu foco é a interação complexa entre os chamados registros "imaginários" e "simbólicos" no espaço arquitetônico. 

 
 
 
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GUIL BLANCHE | AGOSTO 2016

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EDIFÍCIO MACKENZIE

Para Guil Blanche, a composição do jardim vertical surge do pensamento plástico paisagístico, cujo resultado acontece a partir do crescimento das espécies e da relação entre elas. Por ser o último edifício no sentido da Rua da Consolação, criou um grande diálogo do jardim com a via Elevada, relacionando visualmente o vazio desse conteúdo e a cidade. Para imprimir no jardim vertical um caráter pictórico e gerar um símbolo leve, inseriu um ponto focal que reforça a condução ao vazio e remete ao olho de um pássaro que voa em direção ao leste. 

GUIL BLANCHE

Fundador do m.90º, Guil Blanche é paisagista com foco na reabilitação de espaços urbanos degradados ou sub-utilizados. Ele identifica com a comunidade as necessidades de uso e aproveita das tecnologias sustentáveis para trazer melhorias às condições ambientais.  

 
 
 
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PEDRO WIRZ | JULHO 2016

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EDIFÍCIO SANTA FILOMENA

Para o projeto do Ed. Santa Filomena, Pedro Wirz explora a tradição da população ribeirinha do universo das carrancas como objeto místico de proteção e vigilância.  A interpretação desta lenda cultivada e repassada de forma oral, cristaliza-se para emanar conceitos de proteção, vigília e prosperidade para os visitantes do Minhocão em forma de uma face gigante de carranca, sendo assim um apelo ao seu cuidado e respeito.

PEDRO WIRz

Artista multimídia, o suíço-brasileiro Pedro Wirz norteia sua pesquisa com processos de criação coletiva e colaborativa, gerados através de dinâmicas de grupo, como jogos ou brincadeiras. Seus trabalhos mais recentes abrangem o tema de forma indireta e se referem ao imaginário coletivo, representado por lendas e mitos existentes na cultura brasileira, em especial do Vale do Paraíba.

 
 
 
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renata de bonis | março 2016

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edifício santos

O jardim vertical do Ed. Santos utilizou exclusivamente plantas vermelhas, magentas e roxas, além de um letreiro em neon azul, para se destacar de forma vibrante em meio a paisagem predominantemente cinza. Ao mesmo tempo, o elemento luminoso tão comum no centro da cidade, propõe  um estado de suspensão e contemplação em meio ao caótico contexto do centro. Ele sugere um estado de transcendência através do contato sublime com a natureza, distanciando-se do solo em busca de uma elevação silenciosa.

RENATA DE BONIS

 

As obras de Renata de Bonis investigam em pintura e obras tridimensionais diferentes percepções de tempo, e as relações do homem contemporâneo com a natureza e a paisagem. Isso reflete na sua escolha de materiais, tais como galhos, pedras, gesso, concreto, chumbo e objetos do cotidiano, investigações debruçadas sobre silêncio e ruído. Em sua prática há a necessidade de dar atenção ao aparentemente invisível, esquecido e insignificante.

 
 
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DANIEL STEEGMAN MANGRANÉ | JANEIRO 2015

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eDIFÍCIO SANTA CRUZ

Inspirado pelas matas brasileiras e pela abordagem dos índios nativos, Daniel Steegmann criou a obra "Kiti Ka' Aeté" ou “Caminho da Mata”. Utilizando-se apenas de espécies nativas, o artista cria um sentido de espaço e tempo, devolvendo a ideia e direção de verde a um ambiente completamente cinza,

DANIEL STEEGMAnN MANGRANÉ

O espanhol radicado no Brasil Daniel Steegmann Mangrané compõe em seu trabalho sutis poéticas que questionam a relação entre a linguagem e o mundo. Suas instalações engajam a imaginação do espectador e exibem a preocupação com a existência e as características concretas das obras, ativando a linguagem abstrata como princípio gerador de pensamento, articulador de um significado instável. 

 
 
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MATTHEW WOOD | SETEMBRO 2014

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EDIFÍCIO HUDS

Para o primeiro projeto do Corredor Verde do Minhocão, Matthew Wood utilizou seu conhecimento de plantas nativas para criar um grande mosaico distribuído em duas empenas cegas. O intuito do projeto foi incluir diversas plantas que cresceriam, floresceriam, cada uma de acordo com as estações do ano sendo, assim, um jardim em constante mutação e novidade. 

MATTHEW WOOD

Americano, Matthew Wood é um dos fundadores da galeria de arte contemporânea Mendes Wood DM, com o intuito de exibir artistas brasileiros e internacionais em um contexto favorável ao diálogo crítico e à polinização cruzada. Além de se dedicar à galeria, tem um grande conhecimento e interesse por projetos de paisagismo. 

 
 
 

parques verticais

Como funcionam

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Os jardins verticais em escala urbana são implementados através do TCA - Termo de Compromisso Ambiental - estabelecido pelo Decreto 55.994 como uma ferramenta de compensação ambiental. A manutenção dos jardins pode ser realizada pela iniciativa privada, como uma forma de adoção dos jardins, de acordo com o Decreto 56.630 que estabelece o termo de cooperação.

Entenda os jardins como ferramenta ambiental e como esse processo  funciona:

 
 
 
 

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